A
história da Desolate Ways começou no ano de 1998,
na cidade gaúcha de Torres. Quatro amigos de infância
resolveram montar uma banda que unisse o heavy metal com o rock
gótico da década de oitenta. Após dois anos
desenvolvendo um estilo próprio, é lançada
sua única e auto intitulada demo tape contendo quatro faixas.
Esta mesmo demo, foi a responsável pelo interesse do selo
brasileiro Avernus Records, de oferecer um contrato para o lançamento
do primeiro trabalho da banda.
Intitulado Eternal Dreams, o álbum colocou a banda entre
as principais e mais bem sucedidas bandas do estilo em território
brasileiro. Aclamado pela crítica, o trabalho conseguiu
a façanha de possuir nuances góticas e sombrias,
sem comprometer a proposta da Desolate Ways em ser uma banda de
heavy metal. Criando uma sonoridade que poderia ser classificada
como metal introspectivo.
Passando por alguns problemas de formação a partir
do ano de 2004, a banda perde o baterista Igo Menegaz e o baixista
Rodrigo Fernandes. É chamado então Ricardo Giordano
para a bateria, e Rafael Giordano para o baixo. No início de
2006 Rodrigo Fernandes retorna, e a banda inicia os trabalhos
de gravação para o segundo álbum.
Em fevereiro de 2007, Tearful é lançado. A banda apostou
em um álbum mais melancólico, mas sem perder o peso
já característico. Sacred Mortals abre o trabalho
de forma pesada e contagiante. Caindo no abismo de Cry No More,
com um solo inspirado de Elizeu Hainzenreder. O trabalho continua
com Cold Embrace e a faixa de trabalho Drowned In Tears. A tristeza
se faz presente em Forgive Me, que contrasta com o peso ensurdecedor
de Alone e Falling Down. Echoes nos traz a sonoridade característica
da Desolate Ways. A seguir temos o lamento de I Try To Forget
e My Pain. O álbum encerra com a linda Tearful, grande
trabalho de Max Lima ao violão.
Mais uma vez a banda tem o trabalho artístico de Anderson
L.A. e a produção de Adriano Sperandir, novamente
no Estúdio Arroba.
Em junho
de 2007 o baterista Igo Menegaz retorna para a banda.
Os doomster's miseráveis estão de volta.
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